11 abril 2014

As vezes eu não digo nada, por que não tenho nada a dizer, nem debaixo d'agua.


                                                              Mas,
Seria muito especial  se tivéssemos  coragem ,   ao menos quando  nos parece importante,  de dizer o que sentimos. Mergulharmos" no  mar de olhos abertos". Sem desassossego com a profundidade. Nem temor de olhos ardidos de sal. Ou espanto pelo desconhecido submerso.  Livres da  proteção indevida,  de qualquer perigo a nos ameaçar por premissa, apostaríamos que o resultado pode ser movimento bom, reconhecimento bom, intensidade boa, em uma paisagem  cheia de luz do sol que atravessa tudo,  para nos alcançar.


                               
                                        "And with words unspoken
                                                     A silent devotion
                                              I know you know what I mean",,,,,,(isso é letra de música...)



foto: http://www.mark

tipple.com/underwater


4 comentários:

  1. Moça... cadê coragem? Você disse bem Camille, se tivéssemos coragem. Mas, por enquanto, vamos caminhando, nos fortalecendo, talvez um dia a Sra Coragem venha, de bom grado, ao nosso encontro. Bjs Marli

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  2. Pois é Marli, as vezes a gente se priva de dizer alguma coisa por educação mesmo, para nao ferir e dizer que o rei ta nu. E as vezes falta a coragem mesmo de meter a boca, como dizerm os curitibanos. Em geral eu digo o que é para ser dito. Só deixo de dizer se a coisa me incomoda num nivel muito particular. Bjinhos e grata pelo comment.
    Cam

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  3. Você sabe, eu já fui mais corajosa, mas algo maior tem me detido, só espero não ficar muda por completo. Tem dias que eu tenho muita vontade de falar algumas coisas, mas penso e em seguida, me recolho. Sei lá, deve ser a idade.
    Beijo carioca e bom fimdi.

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    Respostas
    1. Oi querida, você está na flor da idade. E ainda: mais sábia do que nunca. Se as vezes se cala, deve ser por sabedoria. Eu já fui tb mais do discurso. E as vezes sou de uma verborragia constrangedora, ainda mais se tiver sido escrita. Mas penso que abrimos a boca enquanto achamos que vale a pena. Quando Ines é morta, já não há o que fazer ou dizer. E uma palavra de duas letrar pode vir a ser um erro idiota. Sugiro que você fale quando quiser e cale idem. O que der a você mais bem estar no momento. É tudo vai dar muito certo. Como sempre deu. Você sabe viver Beth. É uma pessoa admirável. Bjoss

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