31 julho 2009

"Meu coração não se cansa, de ter esperança"

Domingo passado fui assistir “Coração Vagabundo”, filme documentário que tem o mesmo título de uma canção que Caetano Veloso interpreta: “meu coração não se cansa, de ter esperança”....
O filme mostra Caetano nos bastidores de algumas viagens: Londres, Nova York , Madri e algumas cidades do Japão. Vale a pena, é diversão garantida. Minha filha de oito anos também gostou. Sinal de que tem alguma graça, senão criança não agüenta.
Só de ver o Caetano cantar para mim já está valendo. Mas o documentário tem mais que isso, como o depoimento de Almodóvar, os japoneses cantando canções de Caetano, e um Caetano que eu não conhecia por que não o conheço mesmo, de certa forma modesto e franco.
Ele vai dizendo coisas, como se estivesse respondendo a uma entrevista de um interlocutor que a gente não vê e se não me engano, também não escuta. Então é como se fossem reflexões sobre uma série de assuntos, alguns engraçados, outros polêmicos. Como quando rebate a declaração de que o Brasil teria a melhor musica do mundo. Ele contesta dizendo que não, que a melhor música está nos EUA. Por que são muitos anos de desenvolvimento e músicos incríveis como Cole Porter e George Gershwin. Isso despertou a ira de Hermeto Paschoal, que então chama Caetano de “musiquinho”. Ele diz que realmente é um “musiquinho” e que isso atesta mais uma vez sua opinião, de que os grandes músicos, que não poderiam jamais ser chamados de “musiquinhos” estão nos EUA.
Eu gosto muito de Caetano Veloso, e sempre o vejo como a gente pode ver Michael Jackson, tipo bizarrices à parte , que não tenho nada que ver com a vida dele. E que eu saiba Caetano nunca viveu em Neverland, ao contrário, fez uma “Oração ao Tempo” que lida com a nossa passagem pelo tempo, como gente grande. E é uma das letras/musica mais lindas que eu conheço.
Ele é profundo, como eu entendo que o ser humano pode e tem mais é que ser. Por isso mesmo é melancólico, por que sendo tão profundo diante da existência, não dá para rir a toa não. Enxergo nele os muitos anos de análise com o mesmo analista que eu. O já citado, “Menino do Rio”, Rubens Molina, o verdadeiro muso dessa letra.
Mas principalmente, quando escuto as músicas de Caetano Veloso, a quem considero um gênio musical sim senhor, um superdotado e uma grande sensibilidade, eu fico feliz. Como fico feliz ao escutar o que Tom Jobim tinha a declarar à vida, com suas letras e notas. E a essa felicidade genuína, que preenche meu coração vagabundo ou não, eu agradeço a esses talentos, que traduzem tão lindamente em poesia pura, essa estranheza que é ser humano.

23 julho 2009

Lembra de mim? (Sophie Kinsella)

Estou lendo um livro imperdível: "Testemunhas da China. Vozes de uma Geração Silenciosa", de Xinran, a mesma autora de "As Boas Mulheres da China", também uma leitura importante, triste, mas profundamente reflexiva e bem escrita para quem tem a curiosidade sábia de querer conhecer o mundo e a humanidade.

Testemunhas da China é fruto de uma pesquisa jornalistica, de vinte anos, da autora, com entrevistas principalmente a pessoas anonimas, que viveram a revolução de Mao. E por isso mesmo, por ser Mao, por ser a China e todo o seu complexo histórico, essas pessoas tem em comum a imensa dificuldade de falarem de si, como um ser, tendo uma consciencia vaga de sua identidade pessoal, e uma noção mais clara de pertencer a um grupo, um país, uma era. Estou no começo do livro, mas ao ler sinto um carinho imenso pela autora, por sua obra tão delicada, preciosa, forte. Vale a pena.

No meio dessas páginas tão densas, li de um dia para o outro, "Lembra de Mim?" de Sophie Kinsella. Um daqueles livrinhos que a gente lê rapídinho, a tal da leitura "fácil". Mas que para escrever é preciso talento, imaginação, fluencia. Quem me indicou essa autora foi a Jan, quando esteve aqui em São Paulo e me viu lendo os livros da Marianne... ( a do "Melancia"). Foi a Jan também quem me indicou "Crepusculo" e toda a saga dos vampiros. E graças a essa amiga pernambucana, grande leitora de muitos titulos, dos mais "difíceis" aos mais "fáceis", como esses que citei, pude, durante muitas noites em claro por problemas que graças a Deus venho ultrapassando, me divertir, dar risadas, sonhar, me dar ao luxo de ser um pouco romântica.

Assim, dedico esse post a Jannine L´Amour do blog Koukla, nossa querida e talentosa jornalista, leitora de tudo que é bacana. E por isso mesmo, como diria a Tina do Blue Moon, minha "personal" para livros.

15 julho 2009

Castas, mas não puras

Cansei de ler o livro do "dalit". Para quem não assiste a novela das oito, trata-se da camada da população indiana considerada"intocável". Quem toca em um dalit se torna impuro. Entendi que existem três grupos de castas, a mais alta a dos Brahmanes, que abrange os sacerdotes e tal. Depois vem a dos comerciantes e por ai vai, num desenrolar de subcastas, que vão somando mais de mil.

Alguém comentou que parece o Brasil. Sim, parece muito. As pessoas que aqui nascem numa miséria total, dificilmente saem dela para uma situação melhor, ou ascendem socialmente. Mas na India a situação social parece ainda mais grave do que a situação econômica: se você nasce na casta dos dalit, dos intocáveis, dos impuros, você não sai disso jamais. Nem por casamento, por enriquecimento. Por exemplo, a pessoa pode dar a sorte de sair da India e enriquecer em outro país, se voltar a India, continua sendo um intocável.

Ao que serve esse tipo de situação? A mesma coisa de sempre: "se dividir por igual não vai dar para todos". Essa é a impressão que o ser humano tem do mundo- a escassez. Então "costumes", sistemas economicos, políticas, existem para garantir o croissant de cada dia dos privilegiados do mundo inteiro. Enfim, existe muito que dizer sobre isso. Muito o que pensar. Mas o pobre rapaz que escreveu o tal livro "Na Pele de um Dalit" é um chato sem o menor talento. Em meio a riqueza de detalhes de toda essa miséria social, o escritor-chato começa a falar de si, falar de si, falar de si, como se estivesse vivendo uma experiencia "alquimica" ao se fantasiar de dalit e tentar viver no meio deles. Larguei no meio. Vou começar o da Allende em Espanhol.

Hoje aliás. estou super contente, por que já não preciso ficar presa em casa, só lendo e lendo. Consegui andar bastante, sem dor nenhuma. Fui a feira. Adoro feiras, aquele cheiro de natureza que não se sente com frequencia em São Paulo. Definitivamente, a vida é bela. Para alguns. Agradeço nesse momento por ser bela para mim. Namastê.

14 julho 2009

Marketing de relacionamento se faz com ... relacionamento.

Pessoal,
O que o post abaixo tentou explicar é que a blogueira em questão não está ligada a um blog, mas a um site de propaganda de uma Editora, clica lá para ver. É essa a idéia mesmo. Ela está só se fazendo de blogueira no caso. Como conheço esse metier com a palma da minha mão, estou dizendo que esse tipo de propaganda é paga. Não me usem para faze-la por que combaterei o oportunismo sim- moço que deu opinião mas tem blog privado-por que depõe contra a ética da profissão. Se alguém quiser vir ao meu blog falar de um livro, quantas vezes isso aconteceu? Inúmeras e eu adorei, trocamos idéias e idéias otimas. Já escrevi sobre diversos livros, sempre faço isso. Já teve gente me propondo fazer um clube do livro de Jane Austen e achei genial, já passou de tudo por aqui. Se eram funcionários de editoras além de blogueiras/os, não sei.
Mas finalmente, marketing de relacionamento, se faz com relacionamento e não enfiando um site de editora no seu blog de cara. Isso não é ofensa e nem eu disse que era. Isso é propaganda mal-feita. E no mais, o que está escrito no post abaixo.
Ah e comprem o livro da Grace, sobre a África. Além de lindo, ela ajuda pessoas com o lucro que obtém, mas não fala sobre isso por nobreza de carater.

Xô pROPAGANDA gratuita e mAL-fEITA

Amigos,
Durante quase 20 anos fui Publicitária, das mais incríveis agências, brasileiras e internacionais, trabalhei alguns desses anos com Marketing Direto utilizando as mais diversas ferramentas, inclusive a Internet, que considero uma das maiores invenções do seculo XX. Por isso mesmo, como diretora de um departamento de criação, se tivesse topado com uma "ação" tão ridícula quanto uma redatora se fazer passar por blogueira e escrever propaganda gratuita, -não autorizada pelo espaço- e mal-feita de sua empresa, utilizando como veículo nossos blogs, eu pediria a essa funcionária medíocre para APAGAR seu comentário idiota. E passaria a prestar bastante atenção nela, estaria na minha mira para uma demissão próxima.
Propaganda não é "astúcia" é inteligencia, não é "oportunismo" é oportunidade, não é "escrever o que as pessoas querem ler", mas entender de verdade o que o consumidor quer e precisa e criar EMPATIA para se comunicar com ele.
Por isso convido a Sra que se denomina "Cecília", a retirar seu comentário do post logo abaixo desse. E sugiro a Editora que a contratou que: se tiver uma house, que escolha melhor seus funcionários, se tiver uma agência de publicidade capaz de fazer tamanha "cagada" (desculpe o termo blogueiros, mas é usual em agências) com seu dinheiro- tentando mostrar que sabe fazer "propaganda gratuita, marketing viral" ou qualquer coisa que queira chamar esse lixo de idéia, que troque de agência. Agora, se estiver muito satisfeita com tudo isso, pague pelo espaço utilizado e pague bem, a todos nós. Por que construir uma comunidade custa caro e vocês acho que sabem disso.
Blogueiro-tipo- assim é falso. Usar desse meio é falsidade ideológica. E se você "Cecília" existe, como mulher, deve ser uma garota e começando, te dou um conselho: procura uma agência, uma house, um patrão, um diretor de criação melhor para começar melhor. E todos vocês que tiveram essa idéia "genial", Xõ do meu blog.

13 julho 2009

Na pele de um dalit

É, estou lendo essa besteira. Uma voltinha ali na Livraria Cultura e naõ resisti aos apelos da novela e a fascinante cultura hindu. O livro é de um jornalista, fraquissimo, nem precisava dizer que é jornalista que fica até feio. Mas ele ja havia escrito" Na Pele de um Chines" sei lá se era tão ruim e debochado. Pelo menos estou entendendo melhor das castas indianas. Minha filha de 8 anos pediu o CD, com as musicas indianas da nova das oito, e eu dei, ela dança tão lindinho. Comprei também Eva Luna de Isabel Allende em Espanhol, seguindo o conselho de minha mãe e tambem de minha amiga Jan, vou gostar mais no original, provavelmente. No meio disso leio Fragmentos do Tempo de Sonia Sales, são crõnicas, que incluem aquela que publiciquei aqui, dos judeus e Dom Pedro II. Vale a pena, você se diverte e aprende um pouco da nossa cultura. ( Edições Galo Branco) Beijos e boa semana( Ah estou conseguindo deixar comentarios como anonima, claro que coloco meu nome, mas já é alguma coisa)

09 julho 2009

Paula e A Casa dos Espíritos

Durante uma semana li o livro "Paula" de Isabel Allende. Como o "A Soma dos Dias" é uma biografia, mais do que a descrição do sofrimento de ter uma filha com a vida se esvaindo. O livro prende o leitor, com uma colagem de fatos engraçados, bizarros, políticos, poéticos, que fazem parte da vida de qualquer pessoa vivida, viajada, cheia de imaginação. Percebe-se pela maneira de escrever que Isabel é exagerada, aos extremos literalmente. Tipo, ele não sabia nada de Matemática e sabia tudo de Espanhol. Enfim, não me lembro agora uma citação, mas básicamente são exageros que não gosto especialmente. Não gosto do estilo da escrita de suas biografias e acredito que não seja apenas um problema de tradução. O uso excessivo da palavra "devido"- tal coisa não aconteceu devido a tal coisa. Acho feio esse emprego de "devido".
Mas sou chata para essas coisas, não era não, mas agora preciso de páginas e páginas para deixar de lado o estilo do fulano e embarcar na história. Ao embarcar, fica boa, Isabel Allende é uma boa narradora de histórias vividas, exageradas, ou inventadas, que fazem parte de sua biografia. Que aliás, cada um tem o direito de contar o que quiser, como quiser. Não precisa auditoria.
Depois desse livro, fiz nova tentativa de assistir "Casa dos Espíritos". Dessa vez, estava mais envolvida com a autora e consegui ver até o final. Mas é meio confuso. Uma mistura de alguma coisa de ficção, com a situação política do Chile de 73. É precido um manual para entender o filme. Já ter lido uma crítica, enfim.
O mesmo tipo de pé atrás não me acontece ao ler Garcia Marquez ou Simone de Beauvoir, e muitos outros autores queridos. Acho que preciso ler um romance da Allende. Mas de cara, pelas biografias, já sei que ela não está entre as minhas preferidas. Será que é "transferencia"?Dizem que quando a gente boceja na sessão é por que tem alguma coisa de parecido com a problemática que o paciente está trazendo. Pode ser. Mas livro é livro, paciente é paciente. Enfim, vocês veem que sou insistente.
Como não consigo escrever nos comentários de vários blogs, vou deixar os comentários aqui:
TINA(Blue Moon) adorei seu texto sobre o "pecado". Sobre seu comentário final, penso que voce deve insistir no texto, na prosa, cada vez você sai mais da toquinha e mostra sua carinha no blog. É bom te conhecer e você é bonita mesmo.
JAN( Koukla) Jan sua mala é muito "Barbie". E ainda bem que voltou as suas mãos. Tenho uma amiga que extraviou-se sua mala de presentes para a familia ( quem manda botar todos os ovos no mesmo cestonão é?)numa viagem internacional. Recebeu de volta 900 dolares de seguro ou algo assim, nunca mais viu sua mala. Você foi uma sortuda
JENS( Toca) Seus "três patetas" estão de férias? Imagine, uma das cabeças da blogosfera, o Jens. Pateta sou eu que não sei mexer no blog e achei essa forma "moderna" de deixar comentários.
CLARINHA( Brincando com) Acredito que um novo livro esteja chegando por ai. A conversa mudou de rumo e chegou mais perto do amor e da paixão. Penso que é isso: um novo livro que se forma( isso do ponto de vista da leitora aqui, claro)
RUBENS MOLINA- (Tomando Rumo)- 11 de julho, aniversário do Mestre Rubens. Parabéns e muitos anos de vida boa.

07 julho 2009

Filha do Michael Jackson fala em funeral

Olha só que fofa. Taí uma coisa que eu não tinha cogitado, que talvez Michael Jackson não tenha apenas criado seus filhos, mas criado bem. Com amor e acolhimento, apesar de todas as suas bizarrices. Gostei da entrevista doida dele para o reporter Inglês. Ele falou do pai, falou dos filhos, das barrigas de aluguel. Realmente por que tanto alarde com o caso dele, não é?
No funeral, a filha, Paris, pode ter decorado o "papel" para fazer bonito na hora. Mas quem sabe nem tudo é show e business no mundo do showbusiness. Viva a Paris Jackson. Ela disse que o pai foi o "melhor pai que se pode imaginar" e com emoção.
Interessante pensar no Michael Jackson como um pai legal. Talvez não fosse um de seus maiores talentos,a arte de construir uma familia, mas talvez até fosse. Enfim, só aquelas crianças sabem.

03 julho 2009

O que dói e o que deixa de doer

-Cheguei a conclusão de que a dor é muito relativa. Fiz essa cirurgia de médio porte, ok. Tive um "piripaque" muito sério na sala de recuperação. Mas... sobrevivi. Então passei a achar que a dor emocional,a dor de morrer, a dor de não viver, a dor de perder um amor, a dor de não ser compreendida, a dor que sofremos por qualquer coisa que seja é maior do que a dor de uma cirurgia. No terceiro dia já não estava mais tomando analgésicos, por que baixam a pressão e fiquei muito sensível a isso. No mais que DEUS nos guie, hoje e sempre.
-Outra coisa, os filhos de Michael Jackson não eram mesmo biológicos. Mas ele os acolheu melhor do que aquela mãe desnaturada não é?
-Vou fazer uma blusa com a Aninha ( PaticaRoupas, que chique)
No mais, estou sem assunto. Assisti "A Duquesa", eta filme chato, parece com aquele das duas irmãs que querem o mesmo rei. Sendo que o das irmãs é bem mais interessante. Eu achei.
- Ah, e não consigo fixar um comentario na maioria dos blogs que eu entro. E entrar sem comentar para mim não existe. Acho legal a dialogação que estabelecemos. Já diria Paulo Freire.
-Deixo aqui uma mensagem para Zany, ja que estou sem o endereço dela, alguém tem? Que sua cirurgia seja muito bem sucedida. Estou torcendo por você.
Beijos,
Cam

01 julho 2009

Ola,
Não estou conseguindo entrar nos blogs de voces. Todos que são do blogspot, todos que são como o da Jan por exemplo, eu escrevo e nao consigo postar. O lance fica parado ali, como anonimo, de toda forma. Alguém tem tambem o e-mail da Zany? Ela escreve sem deixar o link e estou sem os lonks no computador agora. O resultado é que não consigo entrar nos blogs que - como o meu- não marcar o link ao deixar comentarios.
Existe tecnico de blog? Por que o moço do computador não sabe mexer no blog.
Acho que a técnica é a LUMA. Socorro Luma!
PESSOAL A COISA É GRAVE: ja testei no da Clarinha, da Clarice GÊ, da Jan, da Tathy, so para citar alguns. Se for com esse -B- ai, acho que é do blogspot. o comentário nao fixa, a menos que , seja como o da Luma que deve ter algum sistema particular, que o nome e o endereço ja estão escritos quando a gente clica. Aproveito para dizer que quando entro no blog da Meire, da uma encrenca nomeu computador e preciso fecha-lo, pára tudo. E no da Grace idem. Como isso so passou a acontecer no meu computador novo, de um ano e meio pra cá,aquele que custou dez meréis em prestações nas Lojas Americanas, suponho que o defeito seja da tecnologia. Comprei como Linux ( se nao me engano era esse o nome, ai nao sei e tive que mudar para Windows. So isso ja foi uma coisa de louco. Agora penso que preciso é de um computador novo por que esse sempre deu mil defeitos que agora atrapalham minha navegação. Mas se voces puderem me dar uma dica, aceito. Me enviem um e-mail) Bjos, Cam

A eutanásia da cachorra. O quarto ao lado. A morte nas cores de Almodóvar.

          Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...