Abri o computador para dar parabéns a Clarinha. Acabei de ver seu filho no Jornal Nacional. Agora o Brasil faz parte da elite de grandes cientistas graças a descobertas desse cara, Stevens Rehen. Fiquei muito emocionada pela nossa amiga blogueira , sua cria e o espaço que o Brasil vai ocupar daqui pra frente nessa área.
E quis escrever este postzinho, ja que eu andava longe da blogosfera faz tempo. Viajei com minha filha, foi otimo e ouvi dela ao final da viagem o que eu queria tanto que ela assimilasse: " a gente merece né mamãe?". Claro que merecemos. Tivemos um 2008 tão dificil. Agora merecemos um ano novinho em folha com tudo de bom. E de preferencia bom hoje e sempre.
Li o Crepusculo, olhando na lista dos queridos da nossa amiga Jan. É uma historinha romantica que a gente devora, por que é romantica tambem. Não sei se é bem escrito ou não , não vou entrar nesse caminho. Fiz muitas criticas enquanto estava lendo. Mas estou ja no terceiro livro e isso tem seu mérito. Li umas criticas tambem. Facil criticar, dificil é fazer sucesso. Enfim, li que a relação entre o vampiro lindo de 80 anos com aparencia de 17 e sua colega de escola e namorada de 17 , dezessete mesmo, é uma metáfora da virgindade. Ela é virgem, claro como em toda boa historia de vampiro. Mas lendo já o terceiro, penso que é desde o primeiro da série, um pouco mais do que isso, embora o livro não tenha nada de complexo. É um Harry Potter para adolescentes.
E sua graça para uma adulta como eu ou a Jan, alem do romantismo natural é , são, outras palavras, não ditas mas demonstradas em todos os volumes. A protagonista se apaixona pelo vampiro e tem uma relação bem amorosa com um lobisomem. Os dois são delicados e ao mesmo tempo muito machos. Vejo no livro, um certo desprezo da protagonista pelo comum dos mortais e uma apreciação deliciada por seres fortes, extremamente inteligentes, protetores e viris. Os dois a amam de paixão, com uma entrega, que está cada vez mais dificil de ver no homem "médio". Ela é uma menina esperta, ora se é. O vampiro não a suga, ela é que tira dele tudo que pode em amor e proteção. O lobosimem idem. Ela é o objeto de desejo deles, mãs não é um objeto. E os outros coitadinhos, são tão normaizinhos, tão mediocrezinhos, que não interessam. Essa é a parte que me agrada nessas histórias. Ou seja, principes encantados não existem. Mas vampiros e lobisomens carinhosos, fortões, lindos e viris sim. Vive la diference! E vamos nessa.
Beijos e mais uma vez, parabéns Clarinha. Seu filho altamente inteligente, vai salvar muitos dos comuns dos mortais. Acho que Bella, a protagonista desses livrinhos, se apaixonaria por ele
Comentário da Marcia Clarinha sobre este post
Oi flor, só agora abri computador e vi seu amável comentário sobre meu filho Stevens,[e não Stephen], enviei para ele seu carinho, obrigada querida. Ele nos colocou no honroso quinto lugar no mundo, isso é orgulho para todos nós brasileiros. [Ontem o Estado de São Paulo ele foi matéria capa e hoje nO Globo)
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Estou realmente encantada com o fato. Quando escrevi o post tinha ainda uma ligeira dúvida se era o filho da Clarinha mesmo, mas resolvi arriscar para parabenizá-la. Acho genial o feito do filho dela. Sempre tive um sentimento ambivalente com relação as células tronco e a utilização de embriões humanos. Eu achava que a partir daí a ciencia seria terra de ninguém, que ficariamos a um passo dos clones, do questionamento a respeito da existencia da alma, tão cara ao sentimento geral . E os ultimissmos "valores" necessários, que seguram a onda da galera - a massa atrazada- para que o mundo não se transforme numa monstruosidade sem contenção da ambição desmedida e da neurose desenfreadas, iriam ruir. Se podemos ter células bem-feitoras, recriadoras de orgãos, de neuronios, de cura para as mais variadas doenças sem a utilização de embriões, mas da pele de um braço por exemplo, nos livramos dessa questão que passa por aquilo que entendemos por ética e coisa e tal. E se temos essa possibilidade tranquilizadora, isso vem do trabalho científico do filho de nada menos que a nossa querida Clarinha, poeta da vida e grande mãe de cientista. Viva o Stevens, o avanço da ciencia e a maternagem da Sra Márcia Rehen, a nossa Clarinha.( Vou propor a ela uma entrevista, sobre como criar bem um filho. Tem tanto filho parasita por ai. Não é toda hora que a gente topa com a mãe do cientista brasileiro mais importante no mundo, não. Vamos tratar de assimilar mais esse ensinamento da nossa amiga.)
24 janeiro 2009
11 janeiro 2009
Um filme do tipo - pare o mundo que eu quero saltar: "O Dia em que a Terra Parou".
Ruim mesmo. Horrível, péssimo, sonolento. O Dia em que a Terra Parou não tem nada que te segure na cadeira. So mesmo o fato da companhia: estavamos eu e minha filha de oito anos, minha mãe e meu padrasto, vendo ainda por cima uma versão dublada da coisa, para que minha pequena que não lê legendas pudesse entender. Mas que o quê! Não precisava de legendas. Tinha que ter algum comentarista ao lado da tela explicando o por que daquela produção. Por que Kenu Reeves, com tantos personagens diferentes ( vide os de Matrix, Buda, O Advogado do Diabo) foi participar daquela droga. Ou a Connely, tão linda e boa atriz, que já fez filmes muito mais importantes que o Kenu estava ali na tela, com aquela besteira. Ninguém da minha família gostou. Fica aqui minha admiração por tantos brasileiros preferirem ver um filme dublado. Será analfabetismo ou comodismo?
E por falar em brasileiros, gostei bastante da comédia "Se eu fosse você 2". Engraçada, comovente e Glória Pires e Tony Ramos estao otimos. Finalmente o Brasil se atreveu a entrar no filão das comédias romanticas e comerciais. Por que não? Nao se faz televisão tão bem, por que o cinema era sempre tão comprometido com a pobreza e o sertão? Não que esses temas de denuncia não sejam importatissimos. Mas explorar outras vertentes é também crescer.
Puxa, escrever este post me lembra de outros momentos. Quando eu estava casada e apesar de todo o sofrimento agudo que vivia, acreditava que tudo ia melhorar. Vou parando por aqui, por que o blog não é nosso manicomio tragicomico particular. Nao esse. Não.
Boa semana para todos nós.
E por falar em brasileiros, gostei bastante da comédia "Se eu fosse você 2". Engraçada, comovente e Glória Pires e Tony Ramos estao otimos. Finalmente o Brasil se atreveu a entrar no filão das comédias romanticas e comerciais. Por que não? Nao se faz televisão tão bem, por que o cinema era sempre tão comprometido com a pobreza e o sertão? Não que esses temas de denuncia não sejam importatissimos. Mas explorar outras vertentes é também crescer.
Puxa, escrever este post me lembra de outros momentos. Quando eu estava casada e apesar de todo o sofrimento agudo que vivia, acreditava que tudo ia melhorar. Vou parando por aqui, por que o blog não é nosso manicomio tragicomico particular. Nao esse. Não.
Boa semana para todos nós.
03 janeiro 2009
Balanço de 2008
Não me lembro de alguém que tenha dito que 2008 foi um ano sensacional. Passou. Em branco? Não. Para mim foi difícil. Fiz todo o possível para me preservar e sofrer o menos possível. Assim, no dia 31, deixei de fazer uma avaliação que faço todos os anos, as vezes sem nem sentir que estou fazendo. Penso naquilo que consegui conquistar, no que ainda preciso aprender, nas pessoas que eu amo, nas que já se foram. Por exemplo, meu avô se foi na madrugada do dia 31, há tantos anos que já nem lembro quantos. Eu estava com ele na hora. Foi intenso e inesquecível. Mas claro que penso sempre no meu avô vivo e nas coisas interessantes e engraçadas que ele dizia. De toda maneira, nesse 31 eu nem pensei no meu avô. Consegui ficar meio zen. Sem expectativas e sem olhar para trás. Talvez seja o jeito mais sábio de viver a vida. Com certeza é o mais cauteloso. Fico feliz que estejamos todos vivos e com saúde. Hoje e sempre.
Ah, vi Marley com a minha filha. É bonitinho, vale a pena. Li um livro da Sophie Kinsella: Samantha, a executiva do lar- a mesma formulinha de sempre. Dá para distrair.
Feliz Ano Novo. Que estejamos mais vivos em 2009. E possamos fazer um lindo balanço no final de um ano que vivemos bem, saboreando o presente.
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