Hoje dei umas voltas pelos blogs, fiquei feliz. Aí agora pensei, se alguém passar por aqui não vai encontrar nada novo. Então deixo algumas notícias:
- Em primeiro lugar obrigada pelas visitas e pelas palavras amigas, vocês são muito bacanas e nunca imaginei que amigos virtuais fossem uma força tão boa de sentir.
-Continuei na facul. Estou para terminar o oitavo periodo, não vale a pena largar agora. Estou indo com guindaste, mas está ficando mais leve.
-Vi um DVD legal, com a Helen Mirren, aquela que fez "A Rainha": " As Rosas são vermelhas, as violetas são azuis". História real de presidiários que constroem um jardim, vale a pena ver.
-Já aprendi com o professor metido a tarado engraçadinho, sobre disfunção erétil, ejaculação precoce e ejaculação retardada. É existe essa. O homem fica umas três horas de penis ereto e não consegue ejacular. Medo de se entregar a uma mulher. Dá o que pensar. A aula quase insuportável esta sendo util para alguma coisa.
- Semana que vem tenho provas de segunda a sexta.
- A esteira chegou com defeito, já está funcionando agora e já vao me mandar uma nova antes que dê novo defeito.
- Ouvi uma frase ótima: " quem se vende, custa mais barato do que o preço que pediu". ( Vamos tirar daí as prostitutas de baixo meretricio que vendem o corpo muitas vezes por falta total de opção e deixar os corruptos safados como primeiros da lista para a "liquidação".)
É isso. Vou levando. Melhorando. Vou ficar legal. Beijos e o carinho da Camille
29 setembro 2007
12 setembro 2007
Basta uma vez
O que não se faz para terminar um curso na faculdade. Estou numa universidade obviamente em crise. Mandaram todos os o bons professores embora, contrataram outros com salários mais baratinhos e deixaram alguns que são apenas "especialistas" ao contrário do que parece, aqueles que tem apenas graduação e ganham menos. Isso significa que é preciso um guindaste (sem alusão a nenhum post anterior sobre peso e regime) para me tirar da cadeira e ir até lá. O fato é que as vezes eu vou, para não ficar com excesso de faltas. Ontem por exemplo, apareci. Sem contar que faço uma viagem de quase uma hora para chegar ao local, a professora de terça, na semana passada foi embora no primeiro tempo de aula por que estava "sentindo mal" . Talvez ela sinta o mesmo mal-estar que eu: constragimento por estar ali. Ontem, para não ter o trabalho de dar aula, ela passou o filme Nell com a Jodie Foster. Eu já tinha visto e disse que ia embora por que não fazia sentido assistir tudo de novo. Quando ela me respondeu, se sentindo pra la de bem: ah eu já vi umas vinte vezes e acho sempre ótimo. Ok, para ter meu nomezinho na chamada assisti outra vez. Não experimente fazer o mesmo em casa.
07 setembro 2007
Coincidencia ou trajetória rica? As duas coisas talvez
Há um minuto atrás era hoje, mas agora já é ontem. Então, ontem me aconteceu uma coisa incrível: fui visitar um NAPS aqui de uma região de São Paulo. Fui com um colega e mais um professor de uma universidade X que não é a minha, mas que se prontificou a me apresentar o lugar. Tenho escrito sobre as politicas de saúde publica, coisas assim. Pra resumir tudo, quando chegamos lá encontrei um homem, negro, que me pareceu familiar talvez pelo jeito de falar, pela postura, pelo tipo de visão critica que tem, etc. De repente, percebi que ele é carioca. E saquei tudo: voce é carioca? Sou sim, de Realengo. Suburbão do Rio. Ai perguntei.. voce conhece ( um nome africano, nome de guerra de um amigo em comum que milita- que saudade dessa palavra- no Movimento Negro há anos. Conclusão: esse homem que me recebeu no NAPS é amigo do meu amigo do Rio e também de outro amigo que trabalha pela causa dos ex- alunos da FUNABEM que nao se inserem na sociedade. De ambos eu não ouvia fala há muitos anos. E foram eles justamente que abriram para mim todas as portas da crítica social de uma primeira pesquisa que eu fiz na vida. Fiquei muito emocionada. Achei uma coincidencia absolutamente incrivel. Mas percebi o quanto a minha trajetória de vida, as coisas que acredito tem coerencia. E credibilidade. Otimo pensamento para refletir no feriado. Beijos! Bom feriado para vocês. E que tenham otimas coisas para pensar sobre vocês mesmos, do quanto vocês todos que escrevem, se comunicam, querem passar uma mensagem e serem amigos, são maravilhosos. Adoro vocês.
Camille
Camille
04 setembro 2007
Entre o chocolate e a força de vontade
O chocolate esta dando de 10X0 na minha força de vontade. Depois de uma TPM tenebrosa, continuei comendo demais, deixando de lado qualquer traço de vaidade. Só me interessa aquele prazer fugaz e imediato. Como se eu tivesse certeza absoluta de que não vou ter outro. Cansei de não ser elogiada por quem deveria, pela minha beleza, pelas minhas capacidades, pelo que sou genuinamente. Cansei de esmigalhar os meus sonhos, que acalento há tantos anos. Cansei mesmo. E essa vontade de me acabar no chocolate tem a ver com isso. Existe um momento em que a nossa auto-estima de fato vai a nocaute. E é preciso logo em seguida, levantar, dar a volta por cima e dizer: sim, eu me amo. Vou me manter magra, saudável e bonita por que eu me amo. Vou me arrumar para mim. Vou fazer tudo por mim e não para ser admirada por quem não pode me admirar, por que talvez não tenha essa capacidade. Enfim, chega de desabafar e falar da minha vida muito, mas muito particular. Daquilo que está entalado na minha garganta e só desse sob forma de chocolate.
Quem souber de um regime legal para perder uns 5 quilos em tempo recorde, me avise, deixe aqui a sugestão. Amanhã vou comprar um esteira, por que não consigo ir a uma academia. E vou malhar por conta própria. Eu vou conseguir. Eu sou mais eu. Espero acreditar nisso o tempo todo para ir em frente. Obrigada a vocês por lerem meu desabafo. Faz de conta que é um mini-conto.
Quem souber de um regime legal para perder uns 5 quilos em tempo recorde, me avise, deixe aqui a sugestão. Amanhã vou comprar um esteira, por que não consigo ir a uma academia. E vou malhar por conta própria. Eu vou conseguir. Eu sou mais eu. Espero acreditar nisso o tempo todo para ir em frente. Obrigada a vocês por lerem meu desabafo. Faz de conta que é um mini-conto.
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