23 maio 2007

Noticias

Escrevo hoje no blog por um motivo muito especial: no dia das mães foi reencontrada por minha irmãzinha com quem não falava ha muitos anos. Ela é bem mais jovem do que eu e é filha do terceiro casamento do meu pai. Por diversas razões que não vale a pena enumerar, não tinhamos contato algum, só a conhecia de pequenininha, numa idade em que a criança não pode optar com quem vai conviver ou gostar. Agora que pode, a menina decidiu ter irmãos, e foi muito bom esse reencontro. Surpreendente como mesmo sem ver jamais, as pessoas se parecem em gostos, aptdões, gestos, além da aparencia física. Pelo que estou percebendo não é um fenomeno que acontece apenas com irmãos gemeos. Enfim, estou feliz por ter uma irmã. Que Deus te abençoe menina. E a todos nós.
Domingo passado fui ver High School Musical com a minha filha. Estavamos em cadeiras especias, cobertas e confortáveis. Mas fiquei com pena de quem comprou as cadeiras de pista. As mais caras e pelo que vi e li, o palco era alto demais para as crianças enxergarem os idolos. Ficamos numa posição privilegiada. Mesmo assim minha filha fechava a mãozinha para mostrar com os dedos- "eles estão deste tamaninho". Para quem pensava que ia beijar abraçar a Gabriela, já que o "Troy verdadeiro" não veio, ver dali não era muito. Mas valeu a brincadeira, a confusão, as risadas, o pic-nic com as amiguinhas. Cada mãe levou trilhões de coisas para comer, por que tivemos que chegar as 2 da tarde, as cadeiras não eram numeradas e queriamos garantir um bom lugar.
O que mais? Valeu terem deixado os signos. Vou olhar cada blog e ver o que tem a ver uma coisa com outra. Alguns sei de cabeça e já comecei a sacar. Sou apenas uma astrologa amadora. Gosto muito de observar a relação dos astros com o perfil de cada pessoa. Assim dá para ver o que tem por trás de um blog, um lay-out, um post.
Beijos e continuem deixando aqui os seus signos. Obrigada!

15 maio 2007

Muitos Estudos

Olá amigos. Estou estudando para valer e não tenho tempo de blogar neste momento. Desejo a todos muitas felicidades e saúde sempre. E logo voltarei. Quem passar por aqui, por favor, deixe o seu signo de verdade e o nome de seu blog, depois eu vou conferir.
Beijos,
Camille

05 maio 2007

Faz de conta que não tenho assunto-cinema

Voltei do cinema contente e sorridente. Fui ver essa ultima comediazinha com a grande Diane Keaton, que preenche toda a tela. "Minha mãe quer que eu case". Daquelas que dona Diane deve ter engordado seu cofrinho para jogar seu imenso charme de sessentona, setentona, vixe, um talento como aquele não tem idade. E isso é interessantissimo de acompanhar nela. A atriz que faz a filha mais nova, a tal que a mãe quer que case, segura a onda legal de contracenar com uma artista tão forte. Elas se equilibram em muitos momentos, o que é um grande feito. Por que a Keaton nasceu para roubar a cena e com a maior categoria, em todos os filmes que empresta seu corpinho feiozinho aqui pra nós e sua carinha absolutamente fora dos padrões de beleza, mas com uma alma cheia de curvas, bocas carnudas e olhos de grandes cílios.
Então, procuro essas comédias romanticas como uma espécie de remédio para levantar o astral. E sempre dá certo. Volto para casa com meus neuronios em outra configuração. Já valeu o ingresso. Fico feliz com um bilhete de cinema. E está para lá de bom. Por falar nisso, aproveito para chamar a atenção para o que está dito no blog de PP Rangel: sobre as meia-entradas que cada vez mais gente agora "merece". Cortesia com o chapéu alheio não é? E principalmente com as carteirinhas falsas. Tão dramático quanto pirataria de CD. Fala sério que o Brasil não é sério mesmo. Que pena. Saí com minha carteirinha de estudante por NY faz uns dias e todo mundo respeita. Por que supostamente la ninguém falsifica. Mas a situação aqui é socialmente tão caótica que já não sei o que dizer sobre um assunto isolado. É preciso ver o todo o tempo todo. Apesar de que, como num holograma, cada parte contém o todo. Fico por aqui nas minhas divagações de sexta-feira. Bom findi para todos nós.

A eutanásia da cachorra. O quarto ao lado. A morte nas cores de Almodóvar.

          Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...