30 dezembro 2010

Tão lindo quanto original meu presente de Natal: o quadro da Beti Timm.




Adorei. Não, amei. Chegou pelo correio o presente originalissimo da família Timm. Digo, assina o patriarca Jens. Mas sei que é da familia toda pela natureza do presente: um quadro, redondo, assinado por Beti Timm, a talentosa Beti que sumiu da blogosfera para cuidar da vida e da arte.
Eu já vinha apaixonada por um quadro que tinha lá no blog, o Rosa Choc. Mas nada disse sobre isso. Que eu lembre.
O Jens me escreveu algo como: papai Noel vai chegar ai. Bom até aí pensei que fosse força de expressão numa épóca em que todo mundo anda colocando os sapatinhos na janela. Mas nada disso.
Estava saindo de casa e o porteiro: o sedex chegou!!!Eu nem tchuns. Ia adivinhar la longe no carro, a grannde surpresa?! E estava com muiiiiita pressa. Na volta, ja estava o tal sedex em cima da minha mesa. Era uma coisa redonda, remetente: Jens. Juro que ao apalpar o embrulho pensei que fosse algo como um coador gigante. Assim: ah o Jens leu que eu ando mexendo com panelas, por aqui. Será que ele resolveu fazer uma brincadeira e me presentear com algo no gênero? Fiquei muiiiiiiito curiosa, muito animada. Mas quando de fato eu abri o embrulho muito bem feito - de papel de seda( coisa chique Jens- logo eu que sou tres "esculhambée" fiquei encantada) aí sim fiquei extasiada. Que linda idéia do quadro. É uma tela pintada sobre um antigo long-play. Genial, genial. E a morena ali é um rosto bem brasileiro, amigo, alguém que já topamos por aí, com um "Q" de Di Cavalcanti e todas as letras de Beti Timm. Moderna e poderosa. Cheia de idéias. Vida longa para esse talento. E para esse par cheio de sentimento. Para os pais da Preta Linda Timm. Beijos para vocês três. Muito obrigada mesmo Jens. Confesso que foi uns dos presentes mais bacanas que ja ganhei em qualquer Natal que seja e que agora divido com vocês, nessa foto que não faz jus ao quadro. De perto é mais bonito, mágico. Vou encontrar um lugar especial da sala para pendurar.

25 dezembro 2010

FELIZ NATAL PARA TODOS.


Ontem tivemos uma bela festa de Natal na casa da minha mãe. Nossa pequena familia se torna maior, quando amigos e amigos dos amigos também participam. É muito bom. Pessoas as vezes que estão sozinhas e não tem onde passar o Natal são sempre bem-vindas na casa de minha mãe. Eu convidei algumas pessoas que julguei estarem sozinhas e elas não aceitaram por terem alguma outra coisa para fazer. Que bom, espero que tenham tido um Natal bom.
Quem é minimamente cristão sente vontade de se reunir na véspera de Natal. Ou talvez eu esteja falando só por mim? Claro que não. A solidão que bate no coraçao de quem não tem uma família, um amor, é muito grande. E portanto, bem-vindos os "desgarrados também".
Desejo a todos um feliz Natal. E se você que está lendo estiver inteiramente só, vá a uma igreja, onde encontrará pessoas de coração aberto esta epoca do ano - pelo menos, que seja. Ou que vá a uma churrascaria! Ontem meu irmão comentava de um churrascaria que estava lotada, por causa das pessoas sozinhas que vão para ver gente. Se sentirem junto, pertencendo a um grupo.
FELIZ NATAL PARA TODOS! Já diria e ainda diz o meu Tio Luiz. a quem agradeço especialmente por ter sobrevivido a este ano de 2010. Um ano em que minhas forças pareciam que estavam na mais completa finitude, depois de tantos anos consecutivos e dificeis. Agradeço muito a você e a tia Laninha. Sua capacidade de acolhimento, jamais vi ninguém ter e jamais alguém me ajudou tanto. Saúde e fé para vocês, sempre. Meu carinho e meu agradecimento sincero.
Um beijo para todos e realmente, FELIZ NATAL PARA TODOS, todos os seres humanos, com a capacidade de renascer todos os dias, com suas esperanças, vontades, capacidades e também um um empurrãozinho de um anjo da guarda- que certamente existe para todos. O meu esse ano se chamou Tio Bagé.
(imagem retirada de busca no Google, acho que um blog "Meus Recados")

19 dezembro 2010

"La Prima Cosa Bella: a primeira coisa linda que eu tive nessa vida."




Filme lindo. E olha que eu não dava nada por ele. Mas os italianos sabem fazer filmes muito, muito bem. Como também sabem fazer pasta, vino e gente bonita. Assim como Anna, a linda personagem central dessa saga contada sem economia de tempo: mais de três horas de duração. O povo italiano tem o dom de ser tragi- comico- Alguém aqui teve a coragem de não assistir "O Carteiro e o Poeta" ? "La Prima Cosa Bella" também tem essa sutil pegada do drama que em diversos momentos flui para a comédia, sem que você perceba muito bem a passagem. E o espectador se torna aquele famoso sangue quente que não sabe se ri ou se chora.
Anna é uma mulher linda, casada e com dois filhinhos super fofos. Podia ser feliz. Mas seu marido ciumento a coloca para fora de casa com as crianças e tudo. Desesperada, sem saber fazer nada além de ser bonita, Anna vai se prostituindo ao longo de sua história. Sem se tornar de todo vulgar. Sabe essas pessoas que mantém a inocência apesar de todos os pesares? Assim, e até o fim. O filme conta toda a sua trajetória. E se você aprecia cinema, precisa assistir essa película no capricho rodada em Livorno, cidade de origem do cineasta, o diretor Paolo Virzi. Nas cenas finais é utilizado um filtro especial que torna as cores mais bonitas, mais "italianas". E faz todo o sentido pelo olhar de Bruno, segundo personagem mais importante, o filho de Anna já adulto.
Enquanto eu procurava as imagens no Google, li que "La Prima Cosa Bella" representará a Itália no Oscar 2011, concorrendo na categoria de melhor filme estrangeiro. Não assisti os outros concorrentes, mas por mim já ganhou.

Deus dá o frio conforme o cobertor?


Deus dá ou deixa de dar é uma forma de entender o mundo e a condição humana. Pode ser que Deus nem dê coisa nenhuma, e tudo aconteça de uma forma aleatória depois que essa engrenagem que é o universo começou a funcionar. Foi desde sempre? Nao sei. O que veio antes de tudo? O nada? De que cor é o nada? Que aspecto tem? Não tenho a menor idéia.
O fato é que estamos aqui vivos e um dia iremos morrer. O que vai acontecer conosco depois é um mistério. Dizem que alguns voltaram para contar como é no outro plano de existencia, para além desse tempo aqui. Para além de qualquer tempo. Eu acredito, mas não ouvi da boca do espirito essa revelação. Me convém acreditar, me agrada e me conforta acreditar.
O filme Nosso Lar para mim foi um bálsamo. A finitude me angustia. Pensar que o mundo todo pode se acabar num big bang já me faz questionar o por que da existencia. Tanta luta para tudo terminar num big bang?
Acabei de ler um post no blog da Jeanne, o depoimento de uma mãe que perdeu o unico filho. Li esse post tão estarrecedor quanto bonito, depois de uma noite de insonia perante problemas que já se tornaram cronicos e que tenho a esperança de sanar daqui a pouco. Depois de uma noite de insonia, ficamos mais frágeis e com um desconforto maior diante das agruras da vida. Sorte que hoje é domingo, dá para recuperar.
Mas e essa mãe que perdeu o filho? Não da para recuperar. Essa dor deve ser a maior do mundo. Desse mundo que vivemos, o mundo dos humanos, mortais.
Nada queremos saber sobre isso, é verdade. Mas tem pessoas que são obrigadas a encarar. A vida impõe e se impõe ao nosso hábito de avestruz.
Melhor saber do outro, entender o sofrimento do outro, do que viver, nós mesmos, uma coisa tão, tão dificil.
Que possamos então aprender com quem já sabe aonde a vida pode chegar: na morte. E saber que podemos transcender nossos pequenos problemas, por que alguém já superou um que parecia insuperável.
Enfim, bom dia para nós todos. E que essa jornada seja produtiva. Ou pelo menos, melhor vivida daqui para a frente. Sempre em evolução. Como o universo que prosegue se expandindo. (IMAGEM ENCONTRADA EM BUSCA NO GOOGLE)

14 dezembro 2010

Minha amiga de volta para o Rio de Janeiro.


Acabei de saber que, uma amiga do começo da minha adolescencia até hoje, com quem tenho muitas histórias e lembranças bonitas, vai voltar para o Rio de Janeiro. Ela veio morar aqui a trabalho faz pouquinho tempo. Se decepcionou com um chefe centralizador, incapaz de perceber a extenção do seu talento criativo e ainda por cima, enciumado pela sua capacidade e competencia. Enfim, ia ser um emprego engessado, aquilo que no início pareceu soar como uma grande perspectiva.
Resultado, minha amiga está de malas prontas para voltar para a tal da cidade maravilhosa, ainda mais por que já conseguiu um novo trabalho em sua área. E assim tem mais um bom motivo.
Bom para ela, que se frustrou sim, mas que soube perceber a tempo da frustração não se tornar um modus vivendi.
Não sei dizer se minha capacidade de adaptação é maior que isso, nem que São Paulo tenha sido mais carinhosa comigo. Ralei muito nessa cidade. Dificil se colocar em um lugar onde a gente não fez o "jardim de infancia" com as outras pessoas. Complicado não ter as mesmas referencias, nem o networking gigante que a gente tem na cidade em que nasceu e cresceu.
Mas o fato é que aqui já é , faz muito tempo, a minha cidade também.
E assim sinto pena da minha amiga partir de volta para a cidade dela, que não é mais a minha mas ainda é minha. Voltar a viver no RJ já é um assunto meio fora de cogitação.
E desejo a minha amiga, de todíssimo coração que ela seja feliz nesse retorno e que leve daqui de São Paulo o que a cidade tem de bom. ( Ela fez um esforço tão grande, que já estava até achando que poluição daqui fazia bem para sua rinite, ve se pode!) Aqui tem de bacana, amizades sinceras, pessoas sérias, dedicadas. Referências do mundo inteiro como toda boa grande metrópole. Beeem diferente do Rio. Mas tb logo ali, cidades irmãs, ligadas por uma" ponte-aérea".
O que me resta dizer? Tudo de bom Amiga. Aqui em casa tem um quarto para quando você quiser vir a passeio ou a trabalho. E que seu novo emprego seja um luxo, um sucesso, mais uma conquista, nessa terra amada e sempre prometida. Muitos beijos para você e o amor da
Cam
( imagem de divulgaçao do filme "Quatro Amigas e um par de jeans" encontrada no Google)

10 dezembro 2010

Prova de fogão.


Hoje fiz uma prova de conclusão de curso de gastronomia. Pensei que seria uma tarefa inglória. Tinha me informado que são colocadas matérias primas em diferentes mesas, dividindo carne vermelha, aves e peixes como numa feira livre. E que as pessoas são sorteadas para lidar com isso ou aquilo. Eu sabia que se eu "caísse" com cordeiro ou vitela iria ser uma lástima, por que apesar de eu fazer sem problemas algumas coisas sem provar, é basicamente uma obrigação de quem cozinha para um outro comer, provar para saber se está gostoso, saudável, palatável, se os ingredientes estão frescos, se nao se errou no sal ou em alguma outra medida.
Enfim, cordeiro e vitela sao filhotes. Considero uma tarefa beeemm dificil comer carne vermelha. Só fiz esse sacrificio naquela história do colesterol que contei aqui. Mas comer carne de filhotes de boi, carneiro ou de qualquer outro animal está fora de cogitação para mim.

Os critérios felizmente foram outros e nem vou falar como foram ou deixaram de ser por que ainda existem 3 turmas para fazer a prova, e caso alguém dessa escola esteja passeando pela internet à cata de alguma informação, prefiro não ser eu a estragar a surpresa. Por que tudo no final das contas é uma diversão, até o nervosismo perante o desconhecimento do que há de ser.

Vou dizer com muita franqueza que fiquei muiiiiiiiiiiito feliz de ter conseguido concluir esse curso. Tento faze-lo desde quando começou a primeira turma, há uns 10 anos atrás. Eu fazia uns cursinhos avulsos nessa escola, e queria muito cursar o de chef. Fui até uma super incentivadora para que o curso acontecesse, por insistencia. Mas sempre trabalhei demais e não havia tempo. Depois minha filha era pequena e o tempo que eu dispunha livre era para ficar com ela e nada mais.
De lá pra cá minha vida mudou muito. Mas nunca nesse quezito de me esfolar de tanto trabalhar. A única diferença agora é que mudei de profissão e estou novamente correndo atrás de um lugar ao sol, de preferencia um bom lugar. Pelo tempo de trampo que eu já tenho no meu curriculo era para eu estar aposentada penso eu, desfrutando de uma vida beeem traquila. Até por que a minha saúde demanda isso. Mas como é preciso fazer de um limão uma limonda, trato de fazer a minha caprichada. De preferencia muito caprichada mesmo.
E assim concluí um curso de gastronomia. Foi um sacrificio? Foi. Muitas vezes tive que faltar as minhas aulas e
repor em horários à noite, tornando o meu dia ainda mais cheio de horas. Mas valeu. Assim como valeu ter feito as faculdades dessa vida.
Agradeço a minha filha querida, Anna, que me deu um apoio imenso, não só provando e achando ma-ra-vi-lho-so até quando era arroz com ovo. Como também por ter ido a algumas aulas comigo, por ter se interessado e incorporado à vida dela esses novos conceitos. Mostrando com clareza que esse tempo a mais fora de casa, não a aborrecia, mas ao contrário esse meu curso a enchia de orgulho e encantamento.
Não sei se algum dia vou conseguir um trabalho nessa área que já está tão ocupada por pessoas mais jovens, mais talentosas, mais competitivas do que eu. Mas estou realizando um sonho de ser como as minhas avós Paula e Amanda que mandavam muito bem na culinária. Elas foram um exemplo para mim em termos de amor a essa arte. E minha mãe e minhas tias Laninha e Herminia são exemplos de perseverança, talento e capacidade de recomeçar , renascer, reinventar-se nas profissões e na vida.

Uma vez falei brincando para meu antigo analista: da mesma forma que você toca maravilhosamente seu piano, eu piloto um fogão com gosto. ( Mas confesso que não tinha nenhum tempo para isso). Hoje minha vida me obriga a estar perto das panelas. E arranjo tempo por que é necessário. Espero viver bastante para fazer os doces do casamento de meus dois filhos. Isso é a renovação da esperança. Todos os dias um bom motivo para estar nessa Terra, nesse plano, nessa existencia. Sempre aprendendo. Bom final de semana para você!

(Imagem retirada do site Fotosearch para este blog sem fins comerciais)

08 dezembro 2010

8 de dezembro, Dia de Oxum.


Fiquei sabendo que hoje é dia de Oxum, a rainha. Acho muito lindas e tenho grande respeito por essas entidades do Candomblé brasileiro. Gostaria de estudar mais a fundo. Um dia chego lá. Certamente são figuras arquetipicas que representam uma gama grande de pessoas e seus traços de personalidade. Um tipo de Psicologia. Cheia de fé, de encanto, de magia. Onde nossa cultura se funde com a cultura africana. Beleza pura.
(imagem encontrada em busca no Google)

05 dezembro 2010

Megamente. Chega de maniqueismos nos contos para crianças.


Hoje levei minha filha ao cinema. Ou melhor, fui "levada" por ela, que queria assistir o mais recente Harry Potter pela segunda vez. A sessão dublada não tinha mais entradas. Então optamos pelo Megamente. Show de escolha.
É a história de dois super-heróis que tal e qual o Superman baixam aqui na nossa Terra, bebêzinhos, sozinhos e dentro de uma nave espacial. Megaman é encontrado por uma famíllia estruturada. E Megamente, por presidiários que desde bebê o "educam" conforme sua moral. Bem engraçado.
Assim, Megamente vai se esbarrando e perdendo pela vida afora, a vez para Megaman, que se torna o herói da cidade. Na falta de alternativas, Megamente decide por "aquilo que sabe fazer de bom: ser mau". E se torna o vilão do desenho animado. O mais legal é que a trama vai se desenrolando de forma inovadora.
No final percebemos que Megaman cansado de estar sempre no mesmo lugar- o de super herói- decide forjar a propria morte e desaparece do cenário. Megamente, culpando-se por tal morte e sem ter mais com quem lutar, começa a achar a vida sem sentido. É especialmente interessante o diálogo que tem com "Criado", um bichinho que veio com ele na nave espacial- Criado pergunta: " agora você tem tudo que sempre quis. E nao está feliz?" - Ele balança a cabeça dizendo que nao. Claro que não, a um homem que tenha TUDO de fato, NADA resta.
E assim vemos a transformaçao, a passagem de Megamente de um estado a outro. Ele se torna o herói da cidade e fica com a mocinha. Isso depois de muitas peripécias que vale a pena assistir prestando atenção, por que não é apenas uma historinha. É uma fábula de conteúdo universal, e conteúdo bem rico.
Bom saber que as histórias para crianças continuam evoluindo muito e bem. O longametragem tem heróis de carater um pouco duvidoso, mas não totalmente sem carater. Não é uma história amoral e não mostra psicopatas como alguns vilões, personagens de Batman por exemplo.
Tanto que no final Anna falou: "essa história tem uma moral, mas qual é a moral principal? " Não é por ser minha filha não, mas... ( corujinha) que menina inteligente. Certamente é isso aí , a história tem uma moral principal, e várias outras questões de conteúdo relevante para um caráter em formação. O bom e o mau, o bonito e o feio, o valorizado socialmente e o rejeitado vão se mesclando através de um novo olhar. Como se constrói um super herói?
Shrek por exemplo é um filme mais apaixonante, com seus diversos personagens importantes e caristmaticos, como a linda Fiona que se torna uma princesa mostrinha, que arrota e solta pum ao invés de seu par, o ogro Shrek, se tornar um lindo principe como seria o "esperado". Outro que segue a mesma linha é "Meu Malvado Preferido". Mostram com muita clareza que o mocinho já não é mais o mesmo. E que a melhor forma de entender um super herói é desmontando e montando de novo, como se faz com os brinquedos. Hoje já não fazem super heróis rigidos como antigamente. Um herói se constrói, desconstruindo.
Beijos e boa semana,
Cam
ps: a propósito do universo das crianças- sabe qual é a comida que liga e desliga? Strog-on-off. Minha filha acabou de me contar no jantar . É invenção do meu padrasto piadista. Boa.

A eutanásia da cachorra. O quarto ao lado. A morte nas cores de Almodóvar.

          Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...