Ontem fiz uma experiencia e já deletei, ate por que não gostaria de deixar meu blog com aquelas besteiras. Postei o seguinte: que a atriz X americana( a que mais sai na midia) e o ator brasieiro Y( que tem saido muito na midia por ter sido excluido de uma novela) assumiram um romance. Depois escrevi a palavra sexo diversas vezes no texto, sem nexo, so sexo, sexo, sexo. Por que tinha lido não sei onde, que se a pessoa falasse de sexo ou de celebridades , quem busca tais coisas em sites de busca, entrariam para ver. São essas pesssoas que não se identificam e fazem numero. Mas eu já tinha em mente uma coisa: isso so pode acontecer com quem tem dominio proprio. Nós que temos endereços de UOL. Google, etc somos excluidos dos sites de busca. Quer dizer, excluem nossas postagens diárias, como uma especie de triagem, para que os sites de busca não percam a objetividade para quem está de fato buscando alguma coisa que lhe interessa. Acho justo. Se eu escrever sobre celulas tronco, vou escrever minha opinião e não vai acrescentar nada a quem estiver interessado ou mesmo precisando achar alguma coisa sobre o assunto. Eu mesma ja busquei coisas sérias, importantes para mim no gooogle e no yahooo e topei com diversos blogs falando do assunto e muitos deles prestam um des-serviço, dizendo besteiras como se fossem especialistas. Enfim, o que conclui da minha pesquisa:
a- Se for importante para voce que 1000 pessoas entre no seu blog por dia, tenha um dominio proprio, custa uns 30,00 reais por mes.
b-Se voce quiser que seus amigos deixem uma mensagem para você, seja autentico, escreva sobre aquilo que acredita, gosta, sente, enfim, e assim receberá não so visitas como mensagens.
c-Visite seus amigos e leia de a a z o que eles escrevem se quiser uma leitura verdadeira daquilo que você escreve. As pessoas tem blog para se comunicarem, penso eu . Querem partilhar coisas, serem lidas de verdade. Apreciadas.
d- Se posso parar neste momento para pensar nesses assuntos, se me dei ao trabalho de fazer uma "pesquisa", que na verdade foi ma brincadeira, significa que melhorei bastante. Remédios podem ajudar. mas solidariedade faz um bem incomparável a alma da gente.
e- Entraram 15 pessoas para ler sobre "Angelina Jolie e fulano ", eu estava certa, hehehehe.
Beijos e boa semana,
Cam
30 novembro 2008
15 novembro 2008
Quem te adotou?
( FOTO BY EDNA DO CRISTALINO)Você já se adotou hoje, semana passada, algum dia? Quer dizer,um dia você se olhou de um jeito diferente do que costumava olhar, como diria o Chico Buarque e viu que ali no espelho, na sombra projetada na calçada, ou num canto do teu pensamento há uma pessoa esperando a vez de ser colocada com todo carinho no seu coração? Pois essa pessoa é você.
E a coisa mais difícil do mundo é um ser humano começar a se adotar. Aí ao entrar no tema adoção propriamente dita, a gente ou escreve vários posts, por que o assunto não é simples de esgotar, são muitos ângulos,muitas questões, ou escolhe um ponto para falar sobre ele.
A mim interessa bastante o motivo que leva um ser humano a querer adotar uma criança. Tem gente que já vem ao mundo com esse interesse: pensa desde pequeno nas crianças menos favorecidas, nas abandonadas, nas incompreendidas, nas jogadas em algum canto precisando de uma mão. Esse interesse vem de uma profunda inquietação com o mundo tal e qual ele se apresenta, cheio de injustiças, preconceitos e hipocrisia. Tem crianças então que vem prontas para adotar alguém . Primeiro se adotam, ou procuram terapia para se ajudarem a se auto-adotar. E depois, adultas, com a maior naturalidade do mundo, adotam uma criança, independente da habilidade ou não de gerar um filho biológico. E não ficam com aquele questionamento: vou gostar igual a um filho biológico? Vai ser diferente? E se eu tivesse um filho da minha barriga ia ser como? Melhor? De “verdade” ? Como alguns espíritos mais atrazados chegam a questionar. Maternidade é ter um filho na barriga? É ter dores de parto? É o que afinal? Instinto materno existe? Hum... A criança traz herança genética? Claro que traz. Mas nunca tive tanta certeza de que , antes de tudo, de qualquer teoria cientifica ou espiritual, a criança é fruto do meio em que é criada, adotada ou não. Da sua barriga ou não.
Então que possamos aprender a adotar a nós mesmos, aos nossos filhos biológicos. – Vamos ser honestos, quantos pais e mães de classe média para cima, não estão nem ai para seus filhotinhos? A questão é a pobreza de sentimentos, de maturidade, de auto-conhecimento.
E que possamos também adotar as crianças que estão ai nos abrigos pedindo um papai e uma mamãe. Vocês já repararam que a filhinha pretinha da Angelina Jolie é a cara dela? Sabe como chamo isso? Genética do coração. Uma coisa que existe mesmo e a vida comprova.
Abra-se, adote-se e adote um estilo de vida onde a adoção de crianças seja uma oportunidade especial para a criança que teria um futuro comprometido sem você, mas principalmente, se puder, dê esta oportunidade a você, que teria um futuro menos rico sem essa experiência encantadora, milagrosa, especial. A maternidade e a paternidade de verdadeira adoção. Entenderam o recado que eu quis passar? Na duvida, podem escrever, que eu respondo com o maior prazer sobre esse assunto.
E a coisa mais difícil do mundo é um ser humano começar a se adotar. Aí ao entrar no tema adoção propriamente dita, a gente ou escreve vários posts, por que o assunto não é simples de esgotar, são muitos ângulos,muitas questões, ou escolhe um ponto para falar sobre ele.
A mim interessa bastante o motivo que leva um ser humano a querer adotar uma criança. Tem gente que já vem ao mundo com esse interesse: pensa desde pequeno nas crianças menos favorecidas, nas abandonadas, nas incompreendidas, nas jogadas em algum canto precisando de uma mão. Esse interesse vem de uma profunda inquietação com o mundo tal e qual ele se apresenta, cheio de injustiças, preconceitos e hipocrisia. Tem crianças então que vem prontas para adotar alguém . Primeiro se adotam, ou procuram terapia para se ajudarem a se auto-adotar. E depois, adultas, com a maior naturalidade do mundo, adotam uma criança, independente da habilidade ou não de gerar um filho biológico. E não ficam com aquele questionamento: vou gostar igual a um filho biológico? Vai ser diferente? E se eu tivesse um filho da minha barriga ia ser como? Melhor? De “verdade” ? Como alguns espíritos mais atrazados chegam a questionar. Maternidade é ter um filho na barriga? É ter dores de parto? É o que afinal? Instinto materno existe? Hum... A criança traz herança genética? Claro que traz. Mas nunca tive tanta certeza de que , antes de tudo, de qualquer teoria cientifica ou espiritual, a criança é fruto do meio em que é criada, adotada ou não. Da sua barriga ou não.
Então que possamos aprender a adotar a nós mesmos, aos nossos filhos biológicos. – Vamos ser honestos, quantos pais e mães de classe média para cima, não estão nem ai para seus filhotinhos? A questão é a pobreza de sentimentos, de maturidade, de auto-conhecimento.
E que possamos também adotar as crianças que estão ai nos abrigos pedindo um papai e uma mamãe. Vocês já repararam que a filhinha pretinha da Angelina Jolie é a cara dela? Sabe como chamo isso? Genética do coração. Uma coisa que existe mesmo e a vida comprova.
Abra-se, adote-se e adote um estilo de vida onde a adoção de crianças seja uma oportunidade especial para a criança que teria um futuro comprometido sem você, mas principalmente, se puder, dê esta oportunidade a você, que teria um futuro menos rico sem essa experiência encantadora, milagrosa, especial. A maternidade e a paternidade de verdadeira adoção. Entenderam o recado que eu quis passar? Na duvida, podem escrever, que eu respondo com o maior prazer sobre esse assunto.
04 novembro 2008
LIFE SUPPORT- JUNTOS PELA VIDA
Adoro a Queen Latifah, e quando vejo um filme com ela, minha vontade de ser negra, de pertencer a esta etnia aumenta. Ela é linda, charmosa, cheia de ginga, de sensibilidade, atriz de fazer qualquer personagem virar gente de verdade. E pertencer a comunidade negra vem junto, não a reboque, mas rebocando a Queen. Sempre me senti muito bem, acolhida entre os negros desse país. Talvez seja estranho dizer isso e dessa forma, mas não encontrei uma melhor, então explico- aqui infelizmente a negritude ainda esta associada a pobreza, a periferia. Uma comunidade excluída, à parte da forçação de barra do capitalismo maníaco e depressivo. Um outro olhar ao redor do mundo. Gostava de estar num grupo que apoiava os ex-alunos da FUNABEM no Rio de Janeiro. Amei encontrar uma dessas pessoas, com o mesmo jeitão carinhoso, carismático e sempre pronto para ser amigo em um CAPS da periferia de São Paulo. Onde o louco não se iguala ao outro pela loucura, mas pela pobreza, e isso desmistifica a loucura como jamais vi em nenhum outro lugar. Então essa possibilidade de aceitar o outro do jeito que é, ser mais do que um sofá da tok stok e uma poltrona ou sei la o que como disse a Fernanda Young que eu achava boba, mas agora gosto e até sinto um pouco de inveja. Ela é casada com Alexandre Machado, um publicitário para 400 talheres, engraçado, inteligente, talentoso, gente. E por isso mesmo a Young deve ser também uma pessoa bacana. Mas voltando a Queen, ela é mesmo uma rainha que preenche a tela. E esse filme sobre HIV, em que ela faz um personagem real que distribui camisinhas pelo Brooklin e cria consciência sobre se tratar, lida com a violência contra a mulher, me lembrou um tanto de coisas. Me lembrou quem sou , quem fui, quem ainda posso ser assim que me levantar. Dessa vez cai do cavalo e quebrei as duas pernas, vamos dizer assim, não paro de chorar. Mas não as amputei. Daqui a pouco, com fé e com a ajuda dos amigos, volto a andar. Um beijo para vocês e desculpem a falta de visitas. Escrever alguma coisa já foi muito significativo para mim. Adoro vocês.
Assinar:
Postagens (Atom)
A eutanásia da cachorra. O quarto ao lado. A morte nas cores de Almodóvar.
Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...
-
Realmente ser feliz é tudo que se quer. Abrange todas as outras coisas que queremos e ainda a capacidade aproveitar , nos contentar, ao con...
-
Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...