28 fevereiro 2007

Pé na realidade e asas querendo voar

Hoje na capa da Folha de São Paulo temos as seguintes manchetes: "China derruba bolsas no mundo", "Não há explicação economica para o caos", "Vice dos EUA escapa ileso de atentado no Afeganistão, "Avanço do mar põe 42 milhões em risco", "Governo tem controle precário do Bolsa Familia", "Pernambuco lidera taxa de homicídios", onde ficamos sabendo que 10% dos municipios brasileiros concentram 72% dos 48, 3 mil homicidios registrados em 2004 e onde é "mais fácil morrer". O caderno Ilustrada fala de ums exposição que tem rodado o mundo com grande sucesso- corpos humanos de verdade, plastificados. E por esse contexto horripilante que se repete todos os dias, chama a atenção um informe publicitário falando de um japones com poderes de congelar o tempo, viajar no tempo- ir ao passado ( não explica se também vai ao futuro, assim não dá a dica se existirá algum ou não) e que depois da reportagem na revista "Scientic Way" que conta a existencia desse super ser, milhares de pessoas escreveram dizendo ter poderes semelhantes. Acredito. Não há como duvidar de qualquer novidade como essa. Mas o mais óbvio de tudo isso é que com o mundo do jeito que está, as pessoas estejam histericamenente- no sentido freudiano e no popular- arrumando um jeito de fugir ou de parar e saltar. Ah, há também no cadermo de tecnologia uma matéria sobre blogs: "blog-se". Isso significa conscientize-se ou aliene-se? Pergunto eu.

23 fevereiro 2007

Whitaker, o super bom Idi Amim

Fui ver "O Ultimo Rei da Escocia". Dessa vez tinha lido a critica antes, certamente da Veja, essa revista trash que ainda não cancelei a assinatura por puro hábito, talvez tão nocivo quanto fumar. Enfim, a critica não sei de onde dizia que o cara que faz o "imperador da Escocia", um otimo ator que faz um médico bem jovem e imaturo que vai trabalhar em Uganda no tempo do Idi Amin- era muito melhor ator que o Whitaker que está ai na bica para receber o Oscar. Numa carreira de muito talento e muita luta, por que ele é negro e feio. Não é nenhum Denzel Wahington não, nem o lidissimo Will Smith. É um negão muito do feioso, que como os branquelões feiosos tem sempre menos chance. Mas para o negão é sempre pior e ainda é por preconceito sim. E hipocrita do que disser que não é, que isso não existe mais, mesmo com todas as conquistas alcançadas contra a discriminação racial. O proprio Will Smith que além de bonito é inteligente e culto, disse numa entrevista na ... V. que "estamos vivendo com 200 anos de atrazo sim", fruto da escravidão imposta por brancos. Mas os negros correm mais e chegarão mais rápido a um mundo melhor, por que conhecem o que é ter que batalhar muito para conseguir alguma coisa.
E voltando ao Whitaker- e ao "médico escocês" , ator muito bom sim- ele está grandioso no papel do Idi Amin . E grande também. Deve ter engordado uns 40 quilos para fazer o papel, por que o ditador de Uganda era um monstro de enorme, de meter medo. E o Whitaker está incorporado. E o besta do critico fuleiro que disse que ele esta "over"? Coisa ridicula. Over era o Idi Amin. Cometeu as maiores atrocidades em Uganda e regia o pais como se fosse uma questão pessoal. Selvagem, brutal, ignorante, sofrido sim e muito mau. O Whitaker soube captar todas as nuances do personagem que existiu e quem tem um pingo de memoria ou cultura sabe do que se trata. Então estou torcendo por ele. Ele merece. Eu o vi numa dessas apresentações de premios que antecedem o Oscar, dando uma entrevista e dizendo todo comovido e orgulhoso mesmo do trabalho que deve ter dado trabalho- "chegou a minha vez". - Tomara! Oscar é idiota? É. Para nos que assistimos babando, colonizados. Mas para esse caras é uma consagração, um reconhecimento que renderá muitos frutos para a carreira, para a vida , para a familia de quem ganha e para a industria cinematografica filha da mãe, mas que eu adoro assistir os filmes. E vou continuar escrevendo sobre filmes. Voce nem precisa ler. Só de pensar no assunto-filmes, roteiros, direção, atores- já me da um grande prazer. Fazer o que?

Segunda-feira, 26 de fevereiro- Então pessoal, estou me "achando". Acertei a atriz também. Confira num postzinho mais lá embaixo, do carnaval. Bjos e viva os bons atores!

21 fevereiro 2007

Cinzas no Rio de Janeiro

Esse carnaval no Rio foi mesmo inapropriado e vexaminoso. Se eu fosse prefeito de lá, mas assim, um Senhor Prefeito feito o Giuliani foi em NY no combate "tolerância zero" à violência, teria cancelado o carnaval deste ano por motivo de violêcia maior. Mas não, funcionou do mesmo jeitinho, nada de luto. Se no Brasil tudo acaba em pizza, no Rio tudo acaba em suor e cerveja, de preferência sem lágrimas, mesmo que a situação mereça, ou melhor, exija.
Então o Sambodromo estava a todo vapor. Assisti alguma coisa. Dentre elas, uma robotização do samba, que se tornou um espetáculo mais" folie bergére "do que nunca. Muita mulher nua com corpinho de travesti por causa da quantidade de silicone. E a saúde para onde vai com tanto plástico? E a tecnologia exagerada, tornando a "festa" cada vez menos espontânea.
E para provar que o carnaval estava mesmo deslocado do contexto da alegria genuina que um povo poderia ter, o deplorável incidente da expulsão da Beth Carvalho, que é em pessoa um verdadeiro estandarte da Mangueira, de qualquer carro alegórico. Cartola deve ter se revirado no tumulo com a ofensa a sambista, que pelo que li, ou cantou ou compôs, mais de 80 sambas para a Mangueira. Realmente uma ingratidão, típica da grosseria que o carioca é capaz.
Claro que minha cidade tem coisas e pessoas bacanas. Mas no momento, estou com muita vergonha de ter vindo de lá.
Bom começo de ano para você. Nesse país que vergonhosamente também só começa a funcionar após o carnaval. Ora, quanta ignorancia.

19 fevereiro 2007

Nada parecido com isso

Fui ver BORAT. Acabei de chegar do cinema, ainda estou meio chocada, não me refiz da "comédia". Algo como trash que já é cult. Se passa no '"Cazaquistão"- imaginário, é filmado na Romenia e faz uam critica, uma gozação com tudo e todos. O filme começa manifestando um ódio aos judeus que dá vontade de sair do cinema anti-semita. E ai no final voce descobre que o ator-produtor se chama Sasha COHEN e que tdudo não passou de brincadeira. Mas que brincadeira, tem cenas horrivéis, como quando um velho gordo se masturba completamente nú e banhudo. Ai! Socorro! Parecia aquele filme da melancia naquele pedaço sabe? Uma coisa que não dá para assistir. Mas éum filme bastante ousado e muito engraçado. Está indicado ao Oscar, não sei como. Foge a toda e qualquer categoria ou classificação. Mas é uma evolução dessa academia levar em conta um filme assim. É isso. E viva o Carnaval!

17 fevereiro 2007

Comentário de "carnaval"

Acho qu e atriz que fez a rainha Elisabeth deverá ganhar o Oscar. Embora o filme seja bem fraquinho, a atriz dá um super show de interpretação. Bom carnaval para você.

15 fevereiro 2007

Mesa de mulher é muito mais humana. Veja:

Deu no UOL:
PC usado por mulher tem mais bactérias
Quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007 - 13h45
SÃO PAULO - Pesquisa realizada pela Universidade do Arizona revela que teclados e mouses usados por mulheres contêm mais bactérias.
O estudo analisou o ambiente de trabalho de 113 pessoas em diferentes escritórios dos Estados Unidos. De acordo com as análises, teclados e mouses usados por mulheres contêm entre três a quatro vezes mais bactérias que estes acessórios dispostos em mesas usadas por homens.
As mesas usadas por mulheres registraram, em média, sete vezes mais bactérias que as masculinas. De acordo com o estudo, as mesas femininas parecem mais limpas e organizadas, mas concentram mais bactérias em função do grande número de objetos e alimentos dispostos nestes espaços.
O estudo apontou que mulheres deixam sobre a mesa maquilagem, doces e pacotes de bolacha com freqüência muito maior que os homens, o que contribui para criar colônias de bactérias.
Mulheres também colocam sobre sua mesa de trabalho anéis, brincos e colares que eventualmente tiram de seu corpo. Os acessórios, em geral com alguma quantidade de suor, acabam infectando as mesas de trabalho.
Contra as mulheres atua também o fato de as trabalhadoras terem maior interesse por crianças, que ao se aproximarem de suas mesas têm menos cuidado com a higiene do que adultos.
Crianças podem colocar objetos na boca e depois devolvê-los à mesa ou mesmo tocar com as mãos sujas objetos femininos.
Em artigo assinando pelo professor Charles Gerba, líder da pesquisa, os homens aparecem como os donos das carteiras mais sujas.
No caso dos homens, suas carteiras são a principal colônia de bactérias levada para o trabalho. Homens apresentam menor tendência a limpar as carteiras - jogando fora papéis velhos, por exemplo – e menos cuidado ao manipular dinheiro e documentos.
A pesquisa foi financiada pela empresa Clorox, que vende material de limpeza para escritórios.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

14 fevereiro 2007

Dia da Solidariedade Bloggeira

Outro dia escrevi um comentário num post de uma das nossas amigas bloggeiras. Outra bloggeira leu e me mandou um e-mail superbonito, abrindo seu coração e contando que ela também vivia um problema semelhante ao meu. Fiquei feliz de pensar que o gesto foi totalmente espontaneo, de alguém que nunca me viu, sem pedir nada em troca. Nada para tornar seu blog mais popular- seu blog já é um dos mais populares e pra cima dessa blogosfera- ou me pedir algum favor, nada disso. Solidariedade, amizade pura. Aí , por que passo muitas vezes por blogs em que se percebe nas entrelinhas que a pessoa está pedindo um help, querendo um apoio, mas muitas vezes deixa a coisa na ponta da lingua mas não tem coragem de abrir o lance, talvez com medo de acharem seu blog chato ou mesmo de achar que esse espaço não é o muro das lamentações, a pessoa deixa sua angustia no meio do caminho da clareza, do compartilhar com todos ou não. Na dúvida, recua. Então comecei a pensar utópicamente em criarmos o dia da solidariedade bloggeira, em que, cada um contaria alguma coisa que precisa de uma opinião, uma força , um reforço e teria a solidariedade dos bloggeiros, como numa corrente sem fim, como fizemos com as diversas bloggagens coletivas. Isso respeitando é claro, os limites da privacidade da pessoa que escreve e a pessoa com o caso a contar, respeitando a si mesma e compartilhando aquilo que lhe aflige, preocupa, mas que dá para ser compartilhado. Tudo no campo da afetividade. Nada de pedir um grana emprstado para pagar a prestação( brincadeira, mas só para esclarecer a idéia)
Parece piegas ou pouco efetivo? Não é. O mundo está perdendo o sentido de vizinhança, de comunidade, na vida real. Por que não recuperá-lo no caminho virtual? Já fazemos isso quando nos vizitamos e nos saudamos com nossas novidades. É muito gostoso. Então podemos ampliar essa relação, nesse dia da solidariedade bloggeira. Que do micro poderá partir para o macro e chegarmos a atuar em alguma causa comum no mundo real, como aliás já foi feito.
É isso. Preciso da sua opinião para criarmos isso. Beijos e obrigada, Camille

09 fevereiro 2007

Dream Girls

Dizer alguma coisa, qualquer coisa sobre esse filme é pobre para quem adora musicais. Só cantando, com aquelas vozes de talento arrasador. O elenco é todo de primeiríssima. Mas alguem, vai além da linda maravilhosa Beyoncé, que tanto admiro. Chama-se Jennifer Houston. Por elas duas já vale você sair correndo para assistir a esse musical da Broadway transposto para o cinema. Mas você vai se surpreender com muitos talentos que já conhece dando um show fantástico e até inédito da sua enorme capacidade de ser bom. Totalmente inspirador o filme. Ai que bom! E bom final de semana, mais uma vez.

08 fevereiro 2007

Café da manhã em Plutão

Aluguei esse DVD e assisti hoje. A direção é de Neil Jordan, o mesmo diretor de Entrevista com Vampiros, A Companhia dos Lobos e outros titulos que parecem tão bizarros e ligados ao sobrenatural como esses dois que assisti e me pareceram interessantes, apesar de eu não ter adorado não.
Café da Manhã em Plutão, que assisti hoje, uma produção inglesa/irlandesa, gostei bastante. É um filme longo, mas cheio de sensibilidade. Um menino é abandonado pela mãe na porta da igreja. O padre o leva para ser criado por uma família bem ruinzinha, numa cidadezinha irlandesa cheia de preconceitos provincianos e esse menino que se descobre homossexual, passa todo tempo imaginando como seria sua mãe, que dizem ter sido linda e interessante e decide procurá-la em Londres para onde soube que ela foi.
Não é desses filmes que eu diria a você para sair correndo e alugar que a sua vida será diferente depois dele, mas guarde o nome, que num diazinho chuvoso, você pode encontra-lo numa locadora e ja saberá desde já que vale a pena assistir, isso é, se o seu gosto para filmes bater com o meu. Que continuo a ter como critério principal a idéia de Spielberg: cinema é entretenimento. O que vier a mais é lucro. Mas entretenimento para mim tem que ser bem feito, inteligente, ágil, bem dirigido. Nada de John Carreys da vida fazendo caras e bocas ou coisas que aí sim considero bizarras mesmo. Enfim, o recado está dado, vale a pena.
Beijinhos e desde já, um bom fim de semana para você.

A essência de O Perfume- o filme

Tinha uma lista de 4 filmes. Um deles era “O Perfume”. Lembrei logo do livro que larguei nas primeiras páginas por achar pesadíssimo. Disse: tou fora. Dali a uma hora, com os cinemas todos lotados, estava eu sentada assistindo...o próprio.
Fui alertando o meu marido que o filme devia ser meio pesado. Mas também pensando: o único cineasta que conseguia superar em imagens, os livros e nossa imaginação, era o Kubrick. Engano meu. Saí tonta do cinema. É daqueles filmes que durante a trama você pensa se sua casa esta sendo assaltada, se seus filhos estarão dormindo direitinho, se o mundo está para acabar, se lhe resta alguns meses de vida. Enfim, o tipo de coisa que é preferível não ver, por que não acrescenta nada além de você achar que a vida é mesmo uma m. e que o ser humano é um acaso, problemático e sem solução.
Eu freqüentei uma religião Espírita que dizia que a determinadas coisas a gente não deve se expor por que “arranha a memória”. Acredito nisso. Até agora estou incomodada com o filme.
Mas vamos lá, é muito bem feito. A cenografia é maravilhosa. Toda a concepção da ambientação. O ator principal, que eu não conhecia, é muito bom e passa ao personagem, uma credibilidade de arrepiar. O outro papel de destaque, fica para o ator que sempre faz o professor do Harry Potter, aquele de cabelo preto escorrido, que também é excelente. E a participação especial de Dustin Hoffman acrescenta super talento ao filme.
A história mesmo não vou contar. Estragar a graça de quem quer ver o filme ou quem sabe ler ou reler o best-seller de Patrick Susskind. Mas posso dizer que o filme tem um ponto X que é de fato a essência da historia: num determinado momento, o narrador nos conta que o personagem central- Grenouille, descobre que ele próprio - depois de uma vida cheia de odores- que começa literalmente numa feira de peixes , se cria num orfanato sórdido e continua num curtume imundo- “não tem cheiro” e portanto tem “medo de não deixar sua marca no mundo”. Ou seja, ele, psicopata da silva, percebe que não tem essência, como se não tivesse alma. Vazio. Sem marca, apesar dos pesares, e sem saber como deixar a sua impressão. E toda essa coisa de essência, perfume e vida interna do pobre diabo se misturam, numa composição muito bonita e horripilante. Dando espaço também para a reflexão sobre algum tipo de moralidade intrinseca a espécie humana, ou se tudo em nós é fruto do meio em que vivemos.
Se você tiver nervos de aço, assista, por que é um filme que te põe a pensar. Se não for cabeça fresca, não vá. Senão ficará como eu, meio de ressaca. Vou tentar os outros da lista. Aliás, depois vi Babel, que já escrevi sobre num post abaixo.
Li que em dezembro Niemeyer fará100 anos. Ele é um dos mais belos exemplares de talento espetacular e genial do nosso país. Penso que desde já devemos pensar numa hiper blogagem coletiva sobre o assunto.

Para você esta tela está normal ou as palavras estão desconfiguradas, tudo que tem acento, aparece escrito esquisito?

03 fevereiro 2007

Bom mesmo é Babel. Assista.

Estou chegando do cinema, fui ver Babel. Ontem vi o Perfume e depois coloco aqui o que escrevi a respeito. Babel é outra coisa. É o retrato do mundo atual. Num enquadramento de quem sabe o que faz com a câmera, uma luz perfeita em todos os sentidos. Na iluminação do filme e no foco dos problemas que o planeta vive em seu estado de mais completa Babel mesmo. A torre que ao se desmoronar, ninguem mais se entende. O filme é conceitual, nada de torres desmoronando de fato. Cenas no Marrocos, no México, em San Diego- EUA, no Japão. As histórias fazem uma intercecção. Tem relação umas com as outras, mas de forma indireta. Recurso já utilizado algumas vezes no cinema. Mas é bem feito, comove, te enquadra nessa Babel que a gente também faz parte. E dá vontade de partir para uma comunicação mais global e atuante no mundo. Vale o ingresso, a cada minuto. Assista mesmo.

Obrigada a Morg pela ajuda com o Blog. Obrigada também a Dani Kirillos. Agora consegui mudar para o "novo" blogspot.

Hoje, antes do cinema, fui a sinagoga. Lá estava o presidente Lula, o Serra, o prefeito e mais não sei quantas autoridades. Acho que o Rabino Sobel faz um trabalho espetacular. Tem que ser politico sim, tem que receber esses caras. Isso ajuda a comunidade, ajuda a trabalhar as diferenças no Brasil, a sermos de fato uma aldeia global. Mesmo assim, não tive paciencia. Ao ver aquele presidente idiota esparramado em uma cadeira, sem saber any word em Ingles, depois de tantos anos de treino para ser um "estadista" sem ter aprendido idioma algum para se comunicar melhor nessa nossa Babel, como pediria o cargo, o Sobel tendo que traduzir cada palavra do que uma importante autoridade estrangeira dizia, cansei. Levantei e fui embora. Esse presidente para mim é uma piada sem graça, nada mais. Shabat Shalom para as pessoas da sinagoga.

A eutanásia da cachorra. O quarto ao lado. A morte nas cores de Almodóvar.

          Se teve uma situação que me comoveu muitíssimo, me entristeceu e também me tranquilizou, foi quando durante a pandemia, minha fil...